A Resistência de Maria: Políticas Públicas em Tempos de Inclusão Digital (Caravana P – Carnaval: territorialidade, expressões culturais populares e economia criativa)

  • Tipo da Atividade: Evento Cultural e Formação
  • Data: 01/03/2025
  • Participantes: 47
  • Parceiros:  AFRODESMO
  • Local: Salão Paroquial da Paróquia São Miguel Arcanjo, São Miguel do Oeste – SC

A ação Aconteceu no Salão Paroquial da Paróquia São Miguel Arcanjo, em São Miguel do Oeste na manhã do dia 01/03/2025.

Foram parceiros nessa ação:
Secretaria Municipal de Cultura – cedência de espaço para a ação sociocultural no período da tarde, cedência de sonorização e palco para as apresentações artísticas e “palco aberto”

Coletivo Mulheres em Movimento – Divulgação da ação por meio de post patrocinado em sua rede social, direcionado a mulheres artistas
Rádio Comunitária – Divulgação da ação através de entrevista/conversa ao vivo
Fronte Jornalismo – Divulgação da ação em sua página na rede social instagram e facebook, Pastoral da Juventude do Meio Popular e Pastoral da Juventude Rural – Mística da manhã, AFRODESMO Musical – atividade artística na ação sociocultural, Neabi – Assessoria metodológica para a Ação de Mobilização. O público da ação foi bastante diverso, fazedores de cultura, movimentos sociais, gestores municipais, conselheiros de cultura, totalizando 47 pessoas.

A formação foi conduzida por Luis Carlos de Quadros Alves, e teve como objetivo refletir sobre o território da região de São Miguel do Oeste, analisando sua ocupação, a dinâmica cultural e as políticas públicas voltadas à inclusão e ao acesso à cultura. Abordou a identidade territorial da região, questionando quem compõe esse território, quais são suas características e como se dá a sua ocupação ao longo do tempo. A partir dessa contextualização, aprofundou a relação entre políticas públicas e manifestações culturais, com ênfase no Carnaval e seu histórico na região. Além do panorama cultural e histórico, a formação apresenta desafios e possibilidades relacionados à economia criativa, explorando como essa perspectiva pode ser aplicada ao Carnaval e a outras atividades culturais, impulsionando o desenvolvimento do setor na região. Foi permeada pelas experiências pessoais do facilitador como carnavalesco que há décadas participa da realização de carnavais e engajou na luta, junto ao Comitê, pelo reavivamento da festa no território, que há anos vem sofrendo investidas contrárias à sua realização.

A ação durou cerca de 3:00 horas e resultou no entendimento dos participantes sobre a importância cultural do carnaval enquanto manifestação popular, sendo proposta a elaboração de uma carta aberta em defesa do Carnaval a ser publicada e apresentada à sociedade para defender a festividade para os anos seguintes.

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